SINOPSE
Três disfunções crônicas afetam a trajetória do Estado brasileiro: patrimonialismo, oficialismo e autoritarismo. O primeiro está enraizado na colonização e na confusão entre os espaços público e privado. O segundo reflete a dependência de projetos do apoio estatal, enquanto o terceiro revela a dificuldade em respeitar a legalidade e a transparência na Administração.
A análise do poder de polícia e suas transformações oferece uma compreensão profunda dessas questões. Essa reconfiguração do poder de polícia emerge como um instrumento vital para a autonomia pública e privada, promovendo a ordenação social e econômica em busca do bem-estar coletivo.




