SINOPSE
Recursos finitos e escassos exigem decisões estratégicas no cotidiano de gestores e profissionais da saúde. Questões sobre a redistribuição de bens e o aumento do acesso a serviços são centrais para aqueles que se preocupam com a saúde pública. A evolução do planejamento em saúde na América Latina e no Brasil é analisada, abordando temas clássicos e dilemas contemporâneos que demandam novas interpretações.
Um novo paradigma comunicativo, inspirado em Habermas, é discutido, juntamente com propostas teórico-metodológicas para o Sistema Único de Saúde (SUS). O texto convida à reflexão sobre a complexidade dos problemas de saúde, integrando técnica, valores, ideologias, história, política e cultura.
