SINOPSE
Refletir sobre o uso de medicamentos para lidar com ansiedades e tristezas do dia a dia provoca questionamentos sobre a existência e a cultura contemporânea. Discursos e práticas sociais em torno dos remédios psiquiátricos são analisados, abordando tanto a legitimidade de seu uso quanto as críticas que surgem a partir disso.
As experiências de pessoas que enfrentam desafios emocionais e profissionais sem o auxílio de psicotrópicos contrastam com aquelas que optam por esse caminho. A diferença nas vivências e nas consequências desse uso é o foco de uma discussão profunda e provocativa.
