SINOPSE
Na busca pelo reconhecimento dos povos tradicionais, a narrativa expõe a ilusão da participação social promovida por uma instituição ambiental na elaboração de um plano de manejo. Os pescadores artesanais, que enfrentam a repressão e restrições em seus territórios por mais de vinte anos, lutam para garantir seus direitos como comunidades tradicionais.
Entre as reivindicações, destaca-se o direito à consulta livre, prévia e informada, essencial para que possam ter voz ativa nas decisões que afetam suas vidas e modos de subsistência, buscando assim a preservação de sua cultura e identidade.
