SINOPSE
O crescimento das relações comerciais e políticas entre a América Latina e a China, especialmente com a inclusão do Brasil nos BRICS, trouxe novas oportunidades para a região. Essa dinâmica permite que se busque um desenvolvimento econômico alinhado ao crescente poder do gigante asiático, apesar dos desafios impostos pela crise econômica global desde 2008 e pela política neoliberal dos Estados Unidos, que impactou países como Argentina e Venezuela.
A desigualdade, embora mensurável, é impulsionada por um poder econômico invisível, que se manifesta em diversas esferas sociais. Esse poder, similar à gravidade, organiza a desigualdade em suas múltiplas formas, tornando-se um desafio para análises empíricas diretas, exigindo uma abordagem que considere seus efeitos nas variáveis econômicas.