SINOPSE
Uma investigação profunda revela o papel dos personagens conceituais na criação filosófica, destacando sua importância na enunciação e construção de conceitos. Esses personagens, segundo a filosofia da diferença, não devem ser vistos como entidades fixas, mas como potências que se organizam em um plano pré-filosófico, onde filosofia e arte se entrelaçam.
A discussão proposta aborda a gênese do pensamento filosófico na segunda metade do século XX, apresentando a filosofia como um processo de arranjos e articulações, em vez de uma mera representação, enfatizando sua natureza criativa.