SINOPSE
Explorações profundas entre corpo, tempo e memória se entrelaçam em ensaios que desafiam a linearidade cronológica. A proposta de um tempo espiralar, fundamentada em práticas comunitárias e saberes ancestrais, revela como a corporeidade se torna um veículo de conhecimento e pertencimento. A oralidade e as tradições culturais são celebradas, destacando o corpo como um espaço de memória viva.
Reflexões filosóficas e diálogos com pensadores renomados desconstroem a dicotomia entre oralidade e escrita, propondo uma nova forma de entender a temporalidade. A obra convida à reflexão sobre a ancestralidade e a transformação contínua do passado, presente e futuro, descolonizando o pensamento e requalificando a África como um continente de saberes.