SINOPSE
O vigor da diferença e da repetição se revela como uma clínica filosófica que desafia as morais tradicionais, permitindo um encontro com o fora, onde a multiplicidade se manifesta livremente. A crítica à imagem do pensamento abre espaço para uma filosofia que não apenas preserva, mas cria, buscando entender o novo que surge em meio ao caos.
Pensar filosoficamente o novo exige uma abordagem que transcende a mera vontade consciente, envolvendo um paradoxo de plasticidade noemática. Esse processo criativo é impulsionado por novos problemas, levando a uma recriação do conceito que não se limita a representações, mas se expande por linhas de fuga estilísticas e energias ressonantes.