SINOPSE
A frase «Da minha língua vê-se o mar» provoca tanto agrado quanto desconfiança, refletindo a dualidade do português, que é tão marítimo quanto telúrico. Essa língua pluricontinental revela não apenas paisagens diversas, mas também a riqueza cultural de cidades, aldeias e favelas. O português transcende a comunicação cotidiana, tornando-se um fator artístico que desafia e revisita os cânones literários.
Vinte estudos de investigadores de várias instituições compõem este volume, apresentando uma variedade de temas e perspectivas hermenêuticas. Essa coletânea é um testemunho da vitalidade e diversidade das literaturas em português, evidenciando sua relevância no cenário literário contemporâneo.
