SINOPSE
Na escuridão de uma noite em Coimbra, um ambiente austero se revela em uma sala de abóbada, onde o frio e a solidão se entrelaçam. As tapeçarias, desgastadas pelo tempo, refletem uma paleta de cores apagadas, enquanto os vitrais permanecem adormecidos na penumbra. A lareira, sem fogo, abriga ramos de choupo e salgueiro, criando uma atmosfera de melancolia e introspecção.
Com um espaço desprovido de móveis, a sala exibe uma nudez desconfortável, acentuada pela presença solitária de um escano rudimentar e uma viola esquecida no chão. Cada elemento evoca um sentimento profundo de abandono e reflexão, convidando o leitor a mergulhar em suas emoções.