SINOPSE
Sabedorias ancestrais, frequentemente relegadas ao esquecimento, emergem como forças vitais que reivindicam um novo espaço na sociedade. Através de vozes transgressoras, a narrativa explora a intersecção entre conhecimento e existência, ressaltando a importância de reconhecer a diversidade das experiências humanas. Os saberes, comparados a orixás, se manifestam nos corpos, trazendo à tona a poesia da vida e a possibilidade de reinvenção.
O texto desafia a noção de humanidade imposta pela colonização, propondo um novo senso ético que valoriza a vida em suas múltiplas formas. A jornada é marcada pela resistência e pela busca de um lugar onde as vozes marginalizadas possam se afirmar, cruzando caminhos e avivando o mundo com sua força única.
