SINOPSE
A pesquisa explora a atuação da EFA Rei Alberto I na formação de identidades sociais, destacando a importância da educação na superação de estereótipos associados ao camponês brasileiro. A análise foca na construção de uma nova percepção sobre esses indivíduos, desafiando visões preconceituosas que persistem na sociedade.
Ao abordar a figura do Jeca Tatu, o estudo revela como a educação pode transformar a autoimagem e o reconhecimento social, promovendo uma valorização das raízes e da cultura rural. A proposta é fomentar uma reflexão crítica sobre a identidade camponesa.
