SINOPSE
Transformar uma tragédia em comédia é uma ousadia que desafia convenções. Desde os tempos antigos, o humor é visto com desdém, mas é uma arma poderosa que provoca risos e reflexões. A partir de uma tragédia clássica, a narrativa explora a ascensão de tiranos no século XXI de forma irreverente, revelando como a comédia pode ser um espelho da realidade. A figura do bobo da corte, representada pelo fantasma, simboliza a luta contra a censura e a importância do riso como resistência.
A questão do limite do humor é central, refletida na figura do rei que teme o bobo da corte. A comédia, como expressão artística, é profundamente humana e persistente, desafiando o medo que os poderosos têm dos humoristas. Mesmo na morte, o bobo da corte é uma presença constante, lembrando que quem ri por último, ri melhor, e que o riso é uma forma de resistência que perdura através do tempo.