SINOPSE
O mundo do trabalho é cada vez mais percebido de forma paradoxal, levantando questões sobre os custos psicológicos do engajamento e a busca por destaque nas empresas. A pressão e a cobrança pessoal se intensificam, dificultando a manifestação de vulnerabilidades e fraquezas, enquanto o sofrimento e o mal-estar se tornam experiências individualizadas.
Explorando os efeitos dos investimentos psíquicos e ideológicos entre trabalhadores e organizações, a narrativa revela como as grandes corporações simbolizam eficiência e progresso, ao mesmo tempo em que alimentam sentimentos de descrença e instabilidade no cotidiano profissional.