SINOPSE
Samuel inicia suas manhãs às 6h12, sem a necessidade de despertador. O ritual do café é sempre o mesmo, enquanto as notícias na TV ecoam a monotonia do cotidiano. A rotina serve como um escudo contra o vazio, mas ele percebe que uma parte de sua essência já se perdeu. A narrativa explora os silêncios e ausências que moldam a vida, refletindo sobre a repetição e a anestesia da vida urbana.
Questões sobre o que realmente nos torna inteiros permeiam a trama, trazendo à tona as fragilidades humanas. A história oferece uma leitura intimista e reflexiva, ideal para quem busca compreender a complexidade da solidão e a busca por sentido em meio ao automático.