SINOPSE
Reflexões sobre a criação poética emergem da prática do automatismo, onde eventos imaginários e coincidências se entrelaçam em uma colagem de palavras. A leitura dos textos propõe um exercício que desafia a lógica racional, revelando um espaço entre o ser e o não ser, onde a realidade se desdobra em múltiplas camadas de significado.
A escolha do título sugere que os sapatos carecem de movimento próprio, indicando um lugar de permanência. Cada poema oferece uma visão única desse espaço, mesmo quando o eu lírico se apresenta descalço ou com meias, ampliando a experiência estética.
