SINOPSE
Memórias podem surgir como fantasmas delicados, invadindo nosso ser sem aviso. A infância é retratada não como um espaço de inocência, mas como um campo de descobertas silenciosas e segredos ocultos. A narrativa explora a visão de uma criança em um contexto incomum, desafiando a moralidade simplista e os rótulos fáceis, enquanto cartas não enviadas revelam confissões ardentes que ecoam na memória.
Literatura e teatro se entrelaçam, onde gestos expressam o que palavras não conseguem. Este relato intenso e íntimo mescla memória e invenção, criando uma autoficção que transcende gêneros, revelando a complexidade da experiência humana.