SINOPSE
Uma viagem imaginária por Palmas (TO) revela uma cidade em busca de seu tempo, onde o espaço urbano se transforma em um lugar de construção de sentido. Elementos como relações tempo-espaço, compactação temporal e a subjetividade do tempo são explorados, criando uma cidade sensibilista que dialoga com a polissemia da imagem urbana.
As semelhanças e diferenças entre Palmas e Brasília, bem como as interações entre cidade pós-modernista e modernista, são abordadas. A proposta de transdisciplinaridade entre ciência e arte, Geografia e Literatura, compõe um desafio teórico-metodológico que enriquece a experiência urbana.
