SINOPSE
Análises de processos políticos frequentemente rotulam grupos envolvidos em manifestações como “massa de manobra”, especialmente quando suas lideranças não são claras em seus objetivos. Contudo, essa visão crítica pode não ser suficiente para compreender eventos históricos complexos, como a Revolução Constitucionalista de 1932, que vai além da simples reação das elites paulistas à Revolução de 1930.
Entre 1930 e 1933, São Paulo vivenciou uma intensa convulsão política, marcada por mudanças de governantes e revoltas armadas. Para mobilizar a população em um movimento armado, era necessário um discurso poderoso e envolvente, que agora é explorado de maneira profunda e instigante.
