SINOPSE
Discussões sobre práticas urbano-paisagísticas em ilhas revelam a vulnerabilidade dessas regiões diante da urbanização e das mudanças climáticas. A paisagem das bordas insulares expõe a finitude dos territórios, evidenciando a necessidade de estratégias que considerem as particularidades locais, como a interação entre os sistemas ecológicos e humanos. Exemplos de ilhas como Cingapura e Lagos ilustram diferentes abordagens urbanísticas.
A pesquisa propõe a noção de paisagem ativa, levando em conta as superfícies móveis e as transformações sistêmicas. A análise abrange os impactos da urbanização na vida dos ilhéus, defendendo que práticas adaptadas à condição insular podem reduzir a vulnerabilidade e promover um desenvolvimento mais sustentável.