SINOPSE
O excesso de cuidado parental está transformando a infância e a adolescência, impactando a educação e a saúde mental. Esse fenômeno crescente, conhecido como superproteção, afeta o desenvolvimento das crianças, a cultura escolar e a autonomia dos educadores, refletindo uma mudança significativa na sociedade. Desde os anos 1980, especialmente nos Estados Unidos, a figura dos pais helicópteros tem se tornado comum, intervindo em cada aspecto da vida dos filhos.
No Brasil, essa tendência se intensificou nos anos 2000, impulsionada pela insegurança urbana e pela pressão por desempenho acadêmico. O amor que protege em demasia pode, paradoxalmente, dificultar o crescimento e a autonomia das novas gerações.