SINOPSE
Reflexões intensas sobre a mente e a fragilidade da existência permeiam as páginas de um diário deixado sobre uma mesa de hotel. O narrador realiza uma autópsia emocional, examinando-se com lucidez e ironia, enquanto tenta capturar o presente e suas contradições internas. A maternidade, descrita em tons sombrios, destaca-se em encontros que revelam inquietações profundas.
Experiências como a insônia e o medo da morte se entrelaçam, formando um mosaico de dúvidas sobre identidade e a constante mutação do ser humano. Este diário é uma confissão íntima, que provoca reflexões sobre saúde mental e a consciência contemporânea.