SINOPSE
O movimento Me Too revela as complexidades que cercam os pactos de silêncio relacionados à violência e ao assédio de gênero no ambiente de trabalho. A análise é estruturada em quatro categorias, abordando aspectos psicológicos, identitários, a cultura organizacional e a conjuntura social, explorando como esses elementos interagem na construção e na quebra do silêncio.
Além de examinar o contexto histórico e social que molda a cultura do silenciamento, são discutidos os mecanismos que perpetuam essa dinâmica, como regramentos internos e a atuação dos sistemas de justiça. A conclusão aponta para a necessidade de uma transformação discursiva significativa para enfrentar o problema.