SINOPSE
Quantos projetos permanecem apenas no papel ao longo da história do Brasil? Com um tom que oscila entre o humor e a seriedade, essa questão revela o cerne da discussão sobre a arte e sua influência na formação da identidade nacional. O foco recai sobre autores da primeira metade do século XX, vinculados ao modernismo, que exploram a relação entre arte e política.
Escritos de figuras como Monteiro Lobato, Oswald de Andrade e Mário de Andrade são analisados, destacando suas contribuições como textos de resistência. A obra reúne memórias, textos jornalísticos e escritos marginais, promovendo um debate essencial sobre modernismo e política.