SINOPSE
Raízes históricas e culturais da escravidão em Saint-Domingue são exploradas, revelando como a brutalidade do sistema moldou a experiência africana na ilha. O sincretismo religioso do vodu e as estratégias de sobrevivência dos africanos escravizados são destacados, assim como o significado simbólico da zombificação, que expressa desumanização e resistência.
A complexidade das sociedades rituais e o papel ambivalente dos bokors são desvendados, mostrando a adaptação das tradições africanas diante da repressão colonial. Uma análise que ilumina a espiritualidade haitiana e a luta por identidade e sobrevivência no contexto da escravidão.