SINOPSE
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Reflexões de um físico nuclear radicado no Brasil revelam os perigos da energia nuclear de fissão, considerada uma fonte de um “holocausto nuclear” silencioso. A narrativa se inicia em Angra dos Reis, onde o protagonista critica a instalação de usinas nucleares em locais paradisíacos, denunciando a miopia política e científica sobre os riscos da fissão e os rejeitos radioativos. Acidentes históricos são vistos como sintomas de um problema sistêmico, agravado pela operação de reatores ultrapassados.
A indiferença global é condenada, com a mídia rapidamente esquecendo tragédias, enquanto comunidades locais sofrem em “lixões atômicos”. A busca por bodes expiatórios após acidentes impede a revelação de falhas sistêmicas. Em meio a essa crise, surge a necessidade urgente de uma mudança, com a fusão nuclear como alternativa limpa e segura, destacando a responsabilidade coletiva na reavaliação das políticas energéticas para garantir um futuro sustentável.
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