SINOPSE
A análise da evolução do instituto revela suas implicações nas interações entre profissionais de saúde, pacientes e familiares. A obra destaca a insegurança jurídica enfrentada por esses profissionais ao lidarem com questões de terminalidade, evidenciando a falta de regulamentação das Diretivas Antecipadas de Vontade na legislação nacional.
Ao explorar essas dinâmicas, o texto convida à reflexão sobre a necessidade de um marco legal que ofereça maior segurança e clareza nas decisões que envolvem a vida e a morte, promovendo um debate essencial para a prática médica contemporânea.




