SINOPSE
Durante a Idade Média, a sacralidade da realeza era amplamente reconhecida, com os reis vistos como figuras divinas que possuíam um poder especial. Na França e na Inglaterra, essa percepção se manifestava na crença de que os monarcas eram taumaturgos, capazes de curar doenças com o toque das mãos, especialmente a escrófula. Essa relação entre o poder régio e o divino moldou a forma como a sociedade via seus governantes.
O estudo das origens e do desaparecimento dessa crença revela complexas interações entre política e espiritualidade. Questões sobre a adoção dessa ideia pelos soberanos e sua evolução ao longo dos séculos são exploradas, destacando a importância cultural e histórica dessa prática na formação das identidades nacionais.




