SINOPSE
Uma profunda análise das questões contemporâneas sobre democracia e poder é apresentada, explorando as origens helenísticas do igualitarismo e das formas políticas. A transição do pensamento platônico para o aristotélico inicia um processo de construção de cosmologias que se adaptam às diversas realidades sociais até a modernidade. O Renascimento, ao reinterpretar a herança helênica, propõe uma nova visão da condição humana.
A transformação dialética do ser humano e a emergência do ideal burguês revelam a complexidade da individualidade na sociedade de classes. A contribuição de Maquiavel oferece uma compreensão abrangente da construção ideo-política da sociedade burguesa, essencial para refletir sobre o papel do Estado e do igualitarismo no século XXI.
