SINOPSE
Reflexões sobre a convivência com tragédias e a transformação de pessoas comuns em psicopatas revelam-se ao longo de contos curtos que exploram limites emocionais. As narrativas mergulham em mundos interiores caóticos, onde a imaginação se torna essencial para enfrentar a dura realidade.
Folhas secas, pequenos transtornos e pontos de vista inesperados se entrelaçam com sentimentos de covardia e obrigações da vida. A solidão, a violência e as geometrias dos objetos moldam comportamentos, criando um ambiente urbano que oscila entre o hostil e o fantástico.