SINOPSE
Uma transformação silenciosa e preocupante permeia o jornalismo investigativo no Brasil, onde repórteres já não desvendam irregularidades, mas apenas relatam descobertas feitas por autoridades competentes. Essa mudança afeta a essência da profissão, relegando o jornalista a um papel secundário, onde seu trabalho se resume a acessar informações de terceiros.
A análise da cobertura de escândalos políticos em revistas semanais revela essa tendência alarmante. A transição do “jornalismo investigativo” para o “jornalismo sobre investigações” é um fenômeno que merece reflexão e crítica, evidenciando a necessidade de um retorno à investigação independente.
