SINOPSE
Rituais mortuários no Candomblé são explorados de maneira profunda, revelando o Axexê como um evento crucial para a despedida da existência visível. Este ritual não apenas dissolve os laços entre os mortos e os vivos, mas também inicia uma nova fase de vida, refletindo a morte como um fenômeno natural nas religiões de matriz africana.
A mobilização familiar e as intervenções nos terreiros são analisadas, abordando as dimensões cosmológicas, sociológicas e políticas do Axexê. A obra se destaca por sua acessibilidade, mesmo diante de uma pesquisa rigorosa, e é fundamental em tempos de intolerância religiosa.