SINOPSE
O uso das folhas de jaborandi por comunidades indígenas remonta a séculos, sendo incorporado ao tratamento de glaucoma desde 1876. A coleta predatória da planta levou à formação de uma grande multinacional farmacêutica, que buscou alternativas como o plantio e o desenvolvimento de substitutos sintéticos. Embora essas iniciativas tenham alcançado algum sucesso, a década de 1990 trouxe uma nova perspectiva, destacando a importância do manejo sustentável e da colaboração com coletores locais.
O equilíbrio econômico e social em torno do jaborandi é delicado, e mudanças nas práticas de cultivo e nas demandas do mercado podem ameaçar a economia extrativista. A análise proposta oferece uma reflexão profunda sobre a biodiversidade amazônica, ressaltando que cada produto extrativo possui características únicas que requerem abordagens específicas para sua preservação e uso sustentável.




