SINOPSE
Ser mãe tornou-se uma obrigação que muitas mulheres sentem como um sacrifício, onde o sofrimento é frequentemente visto como um sinal de boa maternidade. A pressão para se dedicar integralmente aos filhos, muitas vezes em detrimento de suas próprias vidas, gera um ambiente onde a maternidade é idolatrada, mas também pode criar filhos que se tornam excessivamente dominantes e dependentes. Essa dinâmica pode enfraquecer os laços entre os casais, transformando a relação familiar.
Reflexões sobre o papel das mães, pais e filhos são apresentadas de maneira clara e envolvente, com relatos que ilustram a complexidade da maternidade. A proposta é oferecer uma visão mais realista e menos idealizada, estimulando discussões sobre a educação das crianças e o papel da mulher na sociedade contemporânea, sem desestimular a experiência da maternidade.
