SINOPSE
Durante a Segunda Guerra Mundial, a situação jurídica das mulheres portuguesas era marcada por desafios e restrições. Questões sobre os direitos e obrigações das mulheres no âmbito familiar, laboral e educativo emergem em meio a um contexto de guerra, revelando as preocupações do governo em relação ao comportamento feminino.
A ideologia do Estado Novo moldou a percepção do papel da mulher, refletindo tensões sociais e políticas da época. Este trabalho busca explorar essas questões, oferecendo uma análise crítica sobre a vida das mulheres nesse período conturbado.
