SINOPSE
Fruto de uma pesquisa aprofundada, a análise dos coletivos criminais em Porto Alegre revela as complexas relações entre facções e agentes do Estado. O estudo investiga a emergência desses grupos no sistema prisional e seu impacto nas periferias, destacando um delicado equilíbrio que sustenta uma aparente “paz” no cárcere, onde a ausência de confrontos é negociada.
Entretanto, essa dinâmica se transforma fora das prisões, onde os conflitos entre grupos emergem, impulsionados por uma reordenação das suas estruturas. A obra explora como a violência é utilizada por essas facções, entrelaçando questões econômicas, morais e sociais.