SINOPSE
Como é a percepção do tempo para aqueles que não podem vê-lo? Um cego nascido no final do século XIX vivencia as transformações do século XX e início do século XXI de maneira única, lidando com mudanças sociais e tecnológicas sem a visão. Questões sobre discriminação e identidade se entrelaçam em sua experiência, revelando um mundo complexo e multifacetado.
No segundo conto, um idoso que passou a vida em uma livraria reflete sobre amor, vida e literatura. Essas narrativas oferecem novas perspectivas sobre a existência e a maneira como interpretamos a realidade ao nosso redor.