SINOPSE
O fenômeno do cangaço “independente”, que se desenvolveu entre o final do século XIX e 1940, é alvo de diversas análises. Contudo, muitas obras sobre o tema carecem de profundidade, limitando-se a narrativas. A pesquisa realizada por um renomado historiador busca preencher essa lacuna, examinando as bases históricas e as ações de grupos cangaceiros, como os liderados por figuras icônicas do movimento.
Com uma abordagem multidimensional, a obra investiga a relação entre a estrutura agrária e o banditismo rural nordestino, oferecendo uma compreensão mais ampla das contradições sociais da época. Essa análise não se restringe a uma visão economicista, mas propõe um quadro complexo das dinâmicas sociais que moldaram o cangaço.
