SINOPSE
Privação intencional das necessidades físicas, conhecida como “mortificação”, remonta aos primórdios da história. Referências bíblicas, como em Colossenses, destacam a importância desse conceito, que evoluiu para práticas extremas de autoinfligida tortura física. A popularização desse tema, especialmente após a representação no cinema, trouxe à tona a imagem distorcida de ordens religiosas, como o Opus Dei, que se apresenta como uma organização católica composta por leigos e padres dedicados à divulgação do amor divino.
A Idade Média, marcada por monarcas e cavaleiros, também foi um período de grande sofrimento e medo da morte. A Igreja Católica, ao enfatizar a necessidade de promessas a Deus, gerou descontentamento entre os fiéis, resultando em críticas à sua corrupção. Nesse contexto turbulento, surgiram ordens religiosas influentes, como a de Santo Inácio de Loyola, que, após uma conversão durante a guerra, dedicou sua vida ao serviço da Igreja.