SINOPSE
Um território instável é explorado na busca do indivíduo por si mesmo, revelando a presença de um estranho íntimo. Memórias, linguagens, silêncios e desejos se entrelaçam, enquanto o eu se desfaz de suas formas habituais, emergindo como movimento em vez de identidade.
Com uma escrita delicada, o texto convida a habitar as perguntas que surgem quando a repetição da própria essência já não é suficiente. Trata-se de uma reflexão sobre o que permanece incompleto dentro de cada um de nós, instigando uma profunda introspecção.