SINOPSE
Quem pode realmente afirmar quem somos? A narração, representada pela figura de Sherazade, se concentra nos detalhes de histórias únicas e irrepetíveis, contrastando com a busca filosófica pelo universal. Através da arte de contar histórias, cada indivíduo ganha um traço singular em um espaço relacional, moldado pela percepção e pela história do outro.
A análise de obras literárias, poesia e mitos antigos revela como nossa identidade é formada pelas narrativas que ouvimos e compartilhamos. Essa abordagem, ligada às práticas feministas, propõe uma “filosofia da narração” que valoriza a vida e oferece uma alternativa ao pensamento abstrato.