SINOPSE
Na última década, o crescimento da extrema-direita trouxe à tona um novo protagonismo do ódio, que se manifesta em diversas formas de violência, como racismo e sexismo. Essa dinâmica revela uma complexidade afetiva que, por sua vez, também abriga desejos de emancipação e criatividade, evidentes em movimentos sociais contemporâneos, como os negro, indígena e feminista.
Duas análises complementares exploram essas nuances, promovendo um diálogo enriquecedor sobre as lutas e expressões que emergem do ódio no atual cenário político, destacando a intersecção entre diferentes formas de resistência e ativismo.