SINOPSE
Tragédias permanecem latentes, ecoando nos corredores da memória. O acidente aéreo de 2002, que vitimou o voo da Rico, é uma dessas feridas abertas, uma cicatriz indelével na alma de quem vivenciou aquela noite. Mais do que uma simples queda, foi uma colisão brutal entre esperança e desespero, deixando marcas profundas em todos que testemunharam seus desdobramentos.
A urgência de dar voz às emoções silenciadas pela dor e pela burocracia impulsiona a revisitação dos sentimentos guardados. Narrar um evento tão doloroso requer honestidade e transparência, revelando o que foi visto, ouvido e sentido, sem transformar o sofrimento em espetáculo.