SINOPSE
Flui a ideia de que a verdade pode ser ilusória e múltipla, revelando um segredo intrigante: a existência da “verdade” pode ser tão relativa quanto a sua ausência. Mentes brilhantes como Husserl, Descartes, Kant e Sartre exploram a intersubjetividade da verdade, questionando se o senso comum é realmente o domínio absoluto do saber.
A busca pela ciência é apresentada como um processo contínuo e colaborativo. Reflexões sobre sofismo, metodologia, ética e liberdade desafiam convicções na sociedade, levando o leitor a uma jornada de autodescoberta e questionamento profundo.