SINOPSE
O uso de hinos e cânticos é explorado ao longo de um período que abrange desde o Novo Testamento até a Idade Média, culminando na Reforma. A pesquisa revela o desenvolvimento do canto e da música instrumental, destacando a transição da Igreja Primitiva não Institucional para a Igreja Institucional, onde a musicalidade passou a ser monopolizada.
O texto analisa a profissionalização do canto e o controle exercido pelo clero, que gradualmente excluiu o povo do canto eclesiástico. Embora não seja uma obra teológica profunda, oferece insights valiosos sobre o tema.