SINOPSE
O deus do vinho, conhecido por sua associação com a ebriedade e os excessos, tem uma presença marcante na cultura. Com suas sacerdotisas clamando por libertação, a figura de Baco simboliza a busca por um estado de euforia que transcende a realidade. Ao longo de sua trajetória, muitos se entregam aos encantos do álcool, sem perceber as consequências dessa entrega.
Reflexões sobre a relação com Baco revelam um último grito de liberdade e a luta interna de um mortal que se vê diante da fragilidade do poder do vinho. A busca por paz se torna mais importante do que a busca por prazer efêmero.
