SINOPSE
Como seria viver os últimos momentos sabendo a forma como se encerrará sua vida? Relatos de um condenado à guilhotina exploram o desespero e a lucidez, levantando questões sobre a justiça e a desumanização. A narrativa provoca reflexões sobre a dignidade humana e os horrores do sistema penal, enquanto um homem anônimo compartilha suas últimas vinte e quatro horas no corredor da morte.
Entre prisioneiros e carrascos, ele transforma sua experiência em um diário que clama por humanidade e civilidade. A obra, publicada pela primeira vez em 1829, desafia o leitor a confrontar a crueldade do Estado e a condição dos marginalizados.