SINOPSE
Fatores psíquicos complexos afetam a vivência de mães de bebês prematuros em relação à amamentação em uma Unidade Neonatal. A amamentação requer condições emocionais favoráveis, e a internação do recém-nascido pode complicar essa experiência. Estudos de caso revelam a intensidade da relação entre mães e a equipe de saúde, além da importância do bebê como parceiro ativo nesse processo.
Aspectos subjetivos e inconscientes influenciam o desejo de amamentar, e o não desejo pode gerar sentimentos de culpa socialmente inaceitáveis, ferindo o narcisismo das mães. Reflexões sobre esses desafios são fundamentais para compreender essa vivência.