SINOPSE
A pesquisa explora as concepções de tempo de dois influentes filósofos, destacando sua centralidade em suas obras. O texto inicia com o contexto do debate fenomenológico, mencionando as ideias iniciais de William James e Franz Brentano sobre o tempo. Em seguida, analisa o desenvolvimento da fenomenologia em Husserl, focando na consciência intencional e na sua tese sobre o tempo, que abrange níveis transcendente, imanente e formal.
A fenomenologia hermenêutica de Heidegger é então abordada, enfatizando a existência como preocupação e a temporalidade como base do sentido existencial. A análise revela que ambos os pensadores consideram os fenômenos em suas modalidades, ressaltando a temporalidade como origem das possibilidades. Assim, a temporalidade se revela como a estrutura fundamental do método fenomenológico.