SINOPSE
Referências ao teatro permeiam a psicanálise, levantando questões sobre sua presença no cotidiano dos analistas. A transferência é vista como um espaço de ficção, onde o analisando assume um papel sem plena consciência, em uma narrativa já estabelecida. Essa dinâmica permite ao psicanalista guiar o processo de cura.
Na interação transferencial, a ficção do sujeito não é apenas encenada, mas também interpretada. Através da repetição de experiências frustradas, novas possibilidades de ser podem emergir, revelando a complexidade do desejo humano.